sábado, 30 de março de 2013

Momentos de partilha e a qualidade do ensino e da aprendizagem


No âmbito do Projeto Educativo e depois de muitas tentativas para melhorar o sucesso dos nossos alunos, foi em 2011/2012 que iniciámos um processo de intervenção no interior da sala de aula, com o objetivo de melhorar as práticas pedagógicas e, consequentemente, a qualidade das aprendizagens dos alunos.

Deu-se assim início à observação de aulas entre docentes. Este processo designado “Momentos de Partilha“, ocorre duas vezes ao longo do ano letivo e envolve todos os docentes do agrupamento e tem como fundamento a observação e a troca de experiências, com vista ao aprofundamento do conhecimento das práticas profissionais. Serve ainda de estímulo, para que os professores se apoiem mutuamente no seu desenvolvimento didático/pedagógico.

Este processo formaliza-se através de uma ficha de registo que propõe uma análise/reflexão da aula  observada. No final de cada período, este pressupõe também que seja realizada uma reunião de departamento, com o intuito de promover o feedback e a reflexão entre docentes.

Neste momento, o principal impacto deste processo de intervenção, é o facto dele se assumir  como fator potenciador de um clima de abertura à partilha e reflexão das práticas profissionais, clima este que se encontra já instalado na vida deste agrupamento.

Agrupamento de Escola do Vale da Amoreira (AVEVA)




segunda-feira, 25 de março de 2013

Dicas para pais VI - Autonomia e Responsabilidade

Todo o homem recebe duas espécies de educação: a que lhe é dada pelos outros e, muito mais importante, a que ele dá a si mesmo.
Gibbon

Pequenas estratégias poderão ajudar o seu filho a ser, progressivamente, mais autónomo e responsável. Experimente-as. Vai ver que os resultados valerão a pena.


A AUTONOMIA poderá ser considerada a capacidade de tomar decisões de um modo, livre e consciente. Isto implica:

Um conhecimento de si mesmo
Ser autónomo envolve ter a consciência das próprias capacidades e das limitações, conhecimento necessário para uma ação sustentada.


Confiança em si mesmo
Só é autónomo quem acredita nas suas possibilidades, quem tem uma autoestima positiva, que lhe permite sentir a possibilidade de atingir os objetivos propostos.

Capacidade de previsão

À ação autónoma está subjacente uma capacidade de representar mentalmente as consequências da ação que se pretende realizar.


Conselhos para ajudar o seu filho a desenvolver autonomia


i)Manter um diálogo constante entre os membros da família, ajudando os mais novos a conhecerem-se melhor, a apresentarem os seus pontos de vista, a explicarem as suas opiniões. A atuação de um colega na escola, um debate na televisão, a leitura de um livro poderão ser a base para a conversa.


ii)Elogiar os pequenos sucessos do dia-a-dia, centrando a atenção na capacidade demonstrada para realizar determinada tarefa e no empenho dedicado a essa atividade.

Graças ao teu trabalho, já consegues escrever muito melhor.


iii) Ajudar a criança ou o jovem a antecipar as consequências de determinada ação. Um modo divertido de concretizar esta proposta é parar um filme, uma série de desenhos animados, ou a leitura de um livro num determinado momento e pedir aos mais novos para imaginar o que se vai seguir.


iv)Proporcionar atividades que conduzam à autonomia, como a gestão da semanada, a escolha da própria roupa, a atribuição de algumas tarefas domésticas, como pôr a mesa, ou o envolvimento nas questões da

casa, como por exemplo, a necessidade de poupar água.


v)Dar tempo aos mais novos para conseguirem desempenhar as suas funções. Por exemplo, acordar um pouco mais cedo de manhã, para permitir à criança ser ela própria a fazer as suas tarefas, como escovar os dentes, pentear o cabelo, arrumar as suas coisas antes de sair.


A RESPONSABILIDADE varia, naturalmente, com a idade mas assenta na capacidade de escolhermos de modo autónomo e consciente as nossas ações e assumirmos as consequências dos nossos atos. Implica assim um grande respeito por nós próprios e pelos outros.

Envolve um complexo processo de reflexão e decisão.


•Ter consciência da situação.

•Refletir sobre ela.

•Prever possíveis ações.

•Selecionar/pôr de parte algumas ações, tendo em vista as consequências que acarretam.

•Optar de modo voluntário.

•Realizar a ação.

•Assumir as suas consequências a curto e a longo prazo.


O desenvolvimento da responsabilidade do seu filho pode ser trabalhado em diversas áreas da sua vida:


O corpo

O seu filho deverá começar a ter responsabilidades progressivas no cuidado com o seu corpo e com a sua imagem, por exemplo, no que diz respeito à higiene pessoal, à sua alimentação, às horas de sono de que necessita; ao controlo de substâncias nocivas, como o álcool ou o tabaco, à adequação do que veste ao contexto, etc.


Administração dos seus bens

Os mais novos deverão responsabilizar-se, por exemplo, pela gestão do dinheiro que recebem e, mais tarde, pela administração da semanada ou mesada. O mesmo se pode dizer em relação aos seus objetos pessoais, como os jogos, roupa, computador, que devem ser preservados e estimados.´


Estudo

Desde cedo que a criança e, mais tarde, o jovem devem assumir responsabilidades em relação à sua vida escolar. Para isso é importante, progressivamente, dar a perceber aos mais novos que a grande finalidade da educação é o seu próprio desenvolvimento e não a satisfação dos pais ou dos avós. Assim, eles devem responsabilizar-se pelo tempo de estudo que dedicam a determinada matéria, pela organização do seu material escolar e pela transmissão de informação entre o professor e o encarregado de educação.


José Matias Alves



Abandono escolar - A mudança de mentalidades



Paços de Ferreira é o município que mais reduziu a taxa de abandono escolar (ver vídeo)

Yoga - uma atividade diferente - Agrupamento Escolas de Matosinhos

“No dia 1 de fevereiro, tivemos uma sessão de yoga. A professora era espanhola e chamava-se Cristina Salgado. Era muito simpática e veio dar uma aula de yoga para um grupo de alunos de Educação Especial. Foi um momento relaxante. Algumas posições foram difíceis de fazer, principalmente quando era preciso dobrar o corpo todo. A música que acompanhou a atividade era muito agradável e calma, quase fazia adormecer. Gostámos de fazer yoga e gostávamos de experimentar outras atividades. "
Texto escrito pelos alunos de Educação Especial com a supervisão das professoras.
Enviado pela professora Branca Valente

II Fórum de partilha pedagógica do Agrupamento de Escolas de Pedome

 O Agrupamento de Escolas de Pedome realizou, no passado dia 21 de Março,  como atividade de encerramento do 2º Período Letivo, o II Fórum de partilha pedagógica, dando continuidade a um projeto iniciado no anterior ano escolar.
Com esta iniciativa, a Direção Executiva e o Grupo de Intervenção e Articulação Curricular Integrada pretenderam criar um espaço propício à partilha , reflexão e articulação, das práticas e das experiências profissionais dos docentes, funcionários e encarregados de educação.
Os participantes inscreveram-se voluntariamente em nove Workshops : Jogos matemáticos, Bel’Arte, Interrogar a Ciência, Projeto na Disciplina de Português, Xadrez, Teatro/Terapia do Riso, + Cozinha + Culinária, Desenvolvimento de Técnicas Lúdico-Educativas em espaço escolar e, Alterações comportamentais. Estes Workshops integraram participantes de todos os níveis e graus de ensino do Agrupamento e encarregados de educação, além de assistentes operacionais. Saliente-se que o Workshop “Alterações comportamentais”, frequentado por diversos docentes foi orientado por dois elementos da União de Associações de Pais de Pedome, estrutura federativa das associações de Pais e Encarregados de Educação dos estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas de Pedome.
Todos os Workshops foram dinamizados e orientados por professores e técnicos do Agrupamento de Escolas de Pedome, portanto sem custos de organização para a Instituição educativa, numa partilha voluntária e grande espírito de solidariedade e disponibilidade profissional da sua parte.
Pelas 12H15 iniciou-se a Sessão de Encerramento cuja mesa foi constituída pelo Diretor, Prof. Fernando Lopes, pela Presidente do Conselho Geral, Prof. Olívia Correia, pelo Presidente da U.A.P.Pedome, Dr. Jorge Pereira e pelo Senhor Vereador da Educação, Juventude e Desporto, Dr. Leonel Rocha.
A Direção do Agrupamento está ciente de que iniciativas como esta proporciona aos professores e a todos os outros atores educativos a oportunidade de construírem elos fortes de relação colegial e quebrarem as barreiras do individualismo, trabalhando estreitamente, em conjunto, usufruindo de uma aprendizagem enriquecedora entre pares.
Desta forma, é com toda a propriedade que podemos invocar o slogan do Prof Azevedo quando escreveu que “Desta porta para dentro todos aprendem, incluindo a escola” (Azevedo, 2010:29)

sexta-feira, 22 de março de 2013

Jornal do Agrupamento de Escolas de Sta. Bárbara - Fânzeres

“(…) Como nós acreditamos que, a produção de um Jornal Escolar pode contribuir para o processo de humanização de todos os participantes no ensino, que possam ver a escola como uma comunidade, como uma família, e porque pretendemos que esta semente não se perca, estamos aqui para relança-la, em cada folha do nosso Fanzine, como ponto de encontro, como espaço de diálogo, como registo da vida da nossa comunidade escolar, onde se cruzam projetos, iniciativas e dedicação, que importa acarinhar, partilhar e divulgar, numa nova janela aberta à criatividade, ao espírito crítico e a uma ideia de escola.
É desta forma, com todo o prazer que apresentamos, o primeiro número do nosso Tagarela renovado, o nosso Fanzine, O Taga-zine!”

Célia Machado

quinta-feira, 21 de março de 2013

Folhear - Somos TEIP


Aqui fica o primeiro número do Jornal Escolar Folhear, do Agrupamento de Escolas de Prado.
Uma iniciativa que devolve informação e desperta para a nova era digital.

 Assim, apostados na melhoria das aprendizagens, acreditamos no contributo de todos os intervenientes (professores, alunos, assistentes operacionais, encarregados de educação e demais parceiros), na construção deste compromisso educativo. 
Através do reforço ao apoio educativo, da articulação vertical e horizontal, da promoção do envolvimento familiar, da diferenciação pedagógica, da valorização do mérito e da excelência, bem como da realização de atividades e iniciativas facilitadoras de integração, queremos que a escola se assuma como um espaço e um tempo valorizados pelo trabalho colaborativo, de modo a criarmos o que muitos têm apelidado de nova “gramática escolar”, que, no nosso entender, não é mais do que a identidade que nos define e simultaneamente nos distingue. (Ler)